Turismo
No artesanato podemos considerar Carrazeda de Ansiães como um concelho muito bem representado, com variedade de peças e materiais e com algumas particularidades raras no país e até no estrangeiro.
A escultura em madeira para Arte Sacra, vulgar e localmente designada por Santos de Madeira, é uma arte rara na região e única no concelho que se pode encontrar na freguesia de Pinhal do Norte. Já tem estado representado em vários certames de artesanato regionais e nacionais, suscitando sempre grande interesse e procura.
O fabrico dos cestos em castanho com uma variedade peculiar é também uma arte que quase desapareceu, mas ainda há quem saiba fazer a cestaria dos paus novos que rebentam nos troncos do castanheiro bravo. É preciso sabê-los cortar e a lua adequada, prepará-los e depois entrelaçá-los no lugar certo criando o cesto, que com asa chamam cesta, e tem muitas utilidades, ou o cesto maior que até servia para a vindima.
A tanoaria está igualmente ligada à madeira de castanho, mas não só, e é outra arte rara na região que Carrazeda de Ansiães ainda se orgulha de possuir. Existe, por exemplo, uma tanoaria em Mogo de Ansiães que faz pipos e pipas de todo o tamanho, as mais pequenas para levar o vinho para o campo, as célebres engoretas que são mais achatadas, e as maiores para colocar o vinho ou aguardente nas adegas. Antes faziam grandes tonéis que levavam várias pipas, mas agora, com as cubas de cimento armado e com os plásticos, só se fazem os pipos e pipas de vinho.
Tem também tradições ao nível da tecelagem, das mantas de lã, dos tecidos de linho, perdendo-se quase aquelas tecedeiras e trabalhadoras de teares que ainda podemos identificar nalgumas aldeias. Arte em desuso, mas não menos interessante que era urgente preservar e dar continuidade.
A escultura em madeira para Arte Sacra, vulgar e localmente designada por Santos de Madeira, é uma arte rara na região e única no concelho que se pode encontrar na freguesia de Pinhal do Norte. Já tem estado representado em vários certames de artesanato regionais e nacionais, suscitando sempre grande interesse e procura.
O fabrico dos cestos em castanho com uma variedade peculiar é também uma arte que quase desapareceu, mas ainda há quem saiba fazer a cestaria dos paus novos que rebentam nos troncos do castanheiro bravo. É preciso sabê-los cortar e a lua adequada, prepará-los e depois entrelaçá-los no lugar certo criando o cesto, que com asa chamam cesta, e tem muitas utilidades, ou o cesto maior que até servia para a vindima.
A tanoaria está igualmente ligada à madeira de castanho, mas não só, e é outra arte rara na região que Carrazeda de Ansiães ainda se orgulha de possuir. Existe, por exemplo, uma tanoaria em Mogo de Ansiães que faz pipos e pipas de todo o tamanho, as mais pequenas para levar o vinho para o campo, as célebres engoretas que são mais achatadas, e as maiores para colocar o vinho ou aguardente nas adegas. Antes faziam grandes tonéis que levavam várias pipas, mas agora, com as cubas de cimento armado e com os plásticos, só se fazem os pipos e pipas de vinho.
Tem também tradições ao nível da tecelagem, das mantas de lã, dos tecidos de linho, perdendo-se quase aquelas tecedeiras e trabalhadoras de teares que ainda podemos identificar nalgumas aldeias. Arte em desuso, mas não menos interessante que era urgente preservar e dar continuidade.















