Belver
Presidente da Junta de Freguesia:
João Manuel Pinto
Eleito pelo PSD-CDSPP
Contactos:
917939977
278616278
278615195
A freguesia de Belver fica situada a 2 km para Nordeste da Vila de Carrazeda de Ansiães, a cujo concelho pertence.
É uma povoação com poucas referências antigas, mas tudo indica ter sido povoada por volta do século XII.
O próprio termo Belver indicará as belas paisagens que se podem desfrutar da povoação, já que se situa numa elevação, o "Bel(lo) Veer", isto é o local de panoramas formosos.
Por outro lado, a sua anexa Mogo de Ansiães, ali numa extensão planáltica aprazível, bem perto da sede de freguesia, poderá lembrar-nos referências muito antigas, já que Mogo significa Marco de demarcação de terreno, ou de limite de termo.
É que, o termo de Carrazeda de Ansiães (antigo concelho de Ansiães - Castelo), fazia a sua partilha com o de Freixiel precisamente entre o Mogo de Ansiães e o Mogo de Malta. Para o Norte era o de Freixiel (que pertencia à Ordem de Malta), e para Sul o de Ansiães. Era entre os dois Mogos que se situava o limite, onde, certamente, estaria o "Mogo - Marco" que daria o nome às duas povoações contíguas.
Em 15 de Julho de 1903 foi criada ali uma Escola Primária Masculina.
Por volta de 1864-65, Belver tinha 137 fogos e 475 habitantes. Mas foi em 1950 que atingiu o máximo da sua população com 549 pessoas.
Da análise deste quadro dois factos ressaltam à nossa vista: por um lado a descida da década de 60 para a de 70, devido, naturalmente, à emigração que particularmente assolou esta região transmontana; por outro, uma subida de 1970 para 1981, que se deve essencialmente às melhores vias de comunicação.
Estas fizeram com que a anexa Mogo de Ansiães ficasse mais próxima da Vila, fazendo aumentar a fixação naquele local. Até porque ali ia ter também toou o trânsito que vem de Vilarinho da Castanheira, da Lousa, Castedo e toda aquela zona já de Moncorvo, antes da estrada de Penafria / Fontelonga estar arranjada.
E a realidade actual demonstra-nos que a expansão daquela aldeia se deu nos dois sentidos, ladeando a estrada, quer para os lados da Vila de Carrazeda, quer para os lados de Vila Flor, onde até colocaram um posto de abastecimento de combustível há poucos anos.
Belver, a sede de freguesia, em contrapartida, tem-se mantido estacionária, enquanto aldeia, embora com renovação de habitações e também alguma expansão nesse campo para fora do núcleo habitacional dos anos 40 e 50.
A actividade principal na freguesia é a agro-pecuária, com abundância de castanha, noz, vinho, cereal, batata, alguns pomares principalmente de maçã e gado ovino. A indústria e o comércio vão-se multiplicando, embora lentamente. Possuem quatro tradicionais oficinas de tanoaria, serração e marcenaria ainda artesanais onde se fazem pipos, engoretas, também têm fábrica de blocos, 2 oficinas de mecânica, três cafés, Bomba de combustível.
Apesar disso é na Carrazeda que vão procurando os seus empregos, sendo para ali que vão os filhos a continuar os estudos.
Como pontos de interesse a visitar há a Igreja Matriz de Belver a Capela antiga e o seu peculiar altar, as plantações de pomares, a Escola Primária, as suas típicas habitações;
No Mogo de Ansiães, além da Igreja que foi remodelada, há o Cemitério Novo, a Casa do Povo, o Jardim infantil, a Escola Primária, o Centro de Dia de Nossa senhora da Saúde (ou de Mogos).
A sua fonte antiga em granito aparelhado, com as suas bicas jorrando abundante água, faz lembrar os tempos antigos onde era preciso ir ali buscar aquele precioso líquido para casa, com o cântaro à cabeça ou ao quadril. Muitos jovens aproveitavam para arranjarem os seus "encontros ou namoricos", pois a liberdade não era tanta como hoje. Mas ainda vai servindo a água fresca para quem a ela se dirige.
Não há dúvida que a freguesia de Belver pensa no futuro, mantendo contudo tradições como a do trabalho durante a semana, a do descanso aos domingos, e as amenas cavaqueiras nos lugares habituais, principalmente junto da estrada e do Cruzamento, perto da Igreja.
É também pela estrada que se passeiam "sonhos", mas ainda realidades da vida que "corre" nos veículos que passam, e nas pessoas que ali vão aliviando um pouco da monotonia e do cansaço dos dias de trabalho.
João Manuel Pinto
Eleito pelo PSD-CDSPP
Contactos:
917939977
278616278
278615195
A freguesia de Belver fica situada a 2 km para Nordeste da Vila de Carrazeda de Ansiães, a cujo concelho pertence.
É uma povoação com poucas referências antigas, mas tudo indica ter sido povoada por volta do século XII.
O próprio termo Belver indicará as belas paisagens que se podem desfrutar da povoação, já que se situa numa elevação, o "Bel(lo) Veer", isto é o local de panoramas formosos.
Por outro lado, a sua anexa Mogo de Ansiães, ali numa extensão planáltica aprazível, bem perto da sede de freguesia, poderá lembrar-nos referências muito antigas, já que Mogo significa Marco de demarcação de terreno, ou de limite de termo.
É que, o termo de Carrazeda de Ansiães (antigo concelho de Ansiães - Castelo), fazia a sua partilha com o de Freixiel precisamente entre o Mogo de Ansiães e o Mogo de Malta. Para o Norte era o de Freixiel (que pertencia à Ordem de Malta), e para Sul o de Ansiães. Era entre os dois Mogos que se situava o limite, onde, certamente, estaria o "Mogo - Marco" que daria o nome às duas povoações contíguas.
Em 15 de Julho de 1903 foi criada ali uma Escola Primária Masculina.
Por volta de 1864-65, Belver tinha 137 fogos e 475 habitantes. Mas foi em 1950 que atingiu o máximo da sua população com 549 pessoas.
Da análise deste quadro dois factos ressaltam à nossa vista: por um lado a descida da década de 60 para a de 70, devido, naturalmente, à emigração que particularmente assolou esta região transmontana; por outro, uma subida de 1970 para 1981, que se deve essencialmente às melhores vias de comunicação.
Estas fizeram com que a anexa Mogo de Ansiães ficasse mais próxima da Vila, fazendo aumentar a fixação naquele local. Até porque ali ia ter também toou o trânsito que vem de Vilarinho da Castanheira, da Lousa, Castedo e toda aquela zona já de Moncorvo, antes da estrada de Penafria / Fontelonga estar arranjada.
E a realidade actual demonstra-nos que a expansão daquela aldeia se deu nos dois sentidos, ladeando a estrada, quer para os lados da Vila de Carrazeda, quer para os lados de Vila Flor, onde até colocaram um posto de abastecimento de combustível há poucos anos.
Belver, a sede de freguesia, em contrapartida, tem-se mantido estacionária, enquanto aldeia, embora com renovação de habitações e também alguma expansão nesse campo para fora do núcleo habitacional dos anos 40 e 50.
A actividade principal na freguesia é a agro-pecuária, com abundância de castanha, noz, vinho, cereal, batata, alguns pomares principalmente de maçã e gado ovino. A indústria e o comércio vão-se multiplicando, embora lentamente. Possuem quatro tradicionais oficinas de tanoaria, serração e marcenaria ainda artesanais onde se fazem pipos, engoretas, também têm fábrica de blocos, 2 oficinas de mecânica, três cafés, Bomba de combustível.
Apesar disso é na Carrazeda que vão procurando os seus empregos, sendo para ali que vão os filhos a continuar os estudos.
Como pontos de interesse a visitar há a Igreja Matriz de Belver a Capela antiga e o seu peculiar altar, as plantações de pomares, a Escola Primária, as suas típicas habitações;
No Mogo de Ansiães, além da Igreja que foi remodelada, há o Cemitério Novo, a Casa do Povo, o Jardim infantil, a Escola Primária, o Centro de Dia de Nossa senhora da Saúde (ou de Mogos).
A sua fonte antiga em granito aparelhado, com as suas bicas jorrando abundante água, faz lembrar os tempos antigos onde era preciso ir ali buscar aquele precioso líquido para casa, com o cântaro à cabeça ou ao quadril. Muitos jovens aproveitavam para arranjarem os seus "encontros ou namoricos", pois a liberdade não era tanta como hoje. Mas ainda vai servindo a água fresca para quem a ela se dirige.
Não há dúvida que a freguesia de Belver pensa no futuro, mantendo contudo tradições como a do trabalho durante a semana, a do descanso aos domingos, e as amenas cavaqueiras nos lugares habituais, principalmente junto da estrada e do Cruzamento, perto da Igreja.
É também pela estrada que se passeiam "sonhos", mas ainda realidades da vida que "corre" nos veículos que passam, e nas pessoas que ali vão aliviando um pouco da monotonia e do cansaço dos dias de trabalho.















